“Essa arma era do meu marido. Ele trabalhava com construção de estradas e comprou para se proteger em lugares distantes mas ele só matou uma cobra com ela. Há muito tempo eu tinha vontade de ficar livre dela.”
Marilda Dantas de Pádua, Rio de Janeiro
“A arma era do meu sogro e estava na família há 30 anos. Nunca foi usada. Decidi entregar porque arma não oferece nenhuma segurança, pelo contrário. O bandido sabe usar melhor e pode usá-la contra a gente. Acho que desarmar a população pode diminuir a violência.”
Jail Serra, Rio de Janeiro





